sábado, 31 de dezembro de 2016

O PAPIRO deseja a todos um Feliz 2017



Final de 2016.
Oito horas da noite, e o barulho dos fogos já anuncia a chegada de mais um ano.
Os fogos começaram bem cedo, afinal parece que todo mundo quer se livrar de 2016, o mais rápido.
Importante, para mim e para você, caro leitor que faz o sucesso desse blog, que em 2017 não se perca o foco , nem a esperança.
O discurso dominante de que não há alternativa, só é válido para os mortos, para aqueles que se entregam e se curvam.
A briga tem fim, a luta é por toda a vida.
Não se deixar confundir, em hipótese alguma, com ideais, propósitos e valores que não sejam aqueles que lutam por uma sociedade, um país, mais justo, democrático e soberano.
Que em 2017 você desfrute de :
amor;
alegria;
bondade;
brilho;
competência;
compreensão;
disposição;
determinação;
entusiasmo;
emprego;
felicidade;
força;
grana;
gana;
honestidade;
harmonia;
inteligência;
inspiração;
justiça;
juventude;
liberdade;
liderança;
maturidade;
método;
naturalidade;
notoriedade;
otimismo;
oportunidade;
paz;
perseverança;
qualidade;
quietude;
razão;
reconhecimento;
saúde;
sorte;
tesão;
trabalho;
união;
utopia;
visão;
valentia;
xodó,
zelo.

Transformações sociais no final da década

'Estamos privando o mundo da esperança, o
 que podemos dar são ilusões”(dirigente do 
 FMI, no filme Le Confessioni, citado por L.G.
 Belluzzo)

Fonte: CARTA MAIOR
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Toca Raul, na sociedade bolha, nos idos de 2016…

31 de dezembro de 2016

A vida provavelmente era algo muito mais simples há 10 mil anos atrás quando nascia para o mundo o menino Raul Seixas. Aqueles humanos muito provavelmente não tinham grandes pretensões, não contavam o tempo, não sofriam no trabalho em busca de conquistas materiais, tinham mais destemor e talvez até fizessem mais amor.

Na noite de hoje, nas praias brasileiras, montes de jovens, de velhos, de brancos, de negros, de loiras, de japoneses, de crianças, de canalhas, de fascistas, de comunistas, de umbandistas, de evangélicos, de caóticos, de católicos, de hippies, de hipsters, de filhos de papai, de maiameiros, de muambeiros, de infelizes, de sorridentes, de marombeiros, de enfermeiros, de mal-amados, de chapados, de suados, de zuados de toda a fauna Brasil estarão olhando para o horizonte e fazendo promessas, dando milhões de abraços, pedindo o impossível e sonhando com aquele dia que há de chegar.


Estarão talvez também pedindo naquela rodinha com o moço batendo nas teclas do violão para que ele toque Raul.

Tocar Raul na virada do ano dá sorte? Dá azar? Ou dá em nada?

O inferno são os outros, como disse Sartre.

Ou ainda melhor: “Não importa o que o passado fez de mim. Importa é o que farei com o que o passado fez de mim.”

Nas viradas de ano, além de pedir pra tocar Raul depois do ducentésimo gole, também nos tornamos absolutamente existencialistas.

Ficamos a pensar no que fomos, no que somos e no que seremos.

É tudo ao mesmo tempo.

Um turbilhão de rojões e de emoções.

É tudo muito maluco, muito sem noção, mas absurdamente envolvente.

Difícil passar batido pelo tal revellion.

E nesta noite que marcará o ido de 2016. O desbaratinar de um ano que fica pra trás, mas que como todos os outros provocou marcas em cada um de nós que ainda ficamos, talvez seja o caso de pensar no que ficamos.

O que ganhamos, o que arriscamos, quanto suamos, como lutamos… Enfim, pensar naquilo tudo que escrevemos. No que eventualmente acertamos, no tanto que erramos, e neste passear histórico e em perspectiva não fazer promessas e nem se enveredar em cavalos de pau, mas talvez ajustar ponteiros.

Erramos todos muito em 2016. E talvez mais ainda antes deste ano que se tornou tão duro para as forças progressistas no Brasil, mas que também não foi moleza para nenhuma outra força mais à esquerda em qualquer parte do mundo.

Por que será que avançou tanto a intolerância? Por que um Trump é hoje muito mais a cara da cidadão médio americano do que um Obama? Por que a Venezuela ruiu e enveredou para uma quase tragédia social? Por que o PT não consegue ser mais nem uma faísca do que já foi do ponto de vista da esperança e da mobilização social? Por que as imagens de refugiados já não sensibilizam mais como no início desta crise humanitária? Por que o ódio a eles avançou mais do que a solidariedade? Por que os movimentos brasileiros estão tão burocratizados e tem pouquíssimas lideranças expressivas para o bom combate? Por que a chama de mudança encanta mais pela direita do que pela esquerda?

Não chegaremos a lugar algum em 17, 18, 19, 20 e outros tantos anos mais se ao invés de perguntas, só agitarmos respostas como nossas bandeiras de sempre.

As mesma respostas que estão ali prontinhas para embalar o debate mediado por algoritmos de uma rede proprietária. Sim, o Zuck é muito mais poderoso do que eu, do que você, do que o Assange e do que o Obama na hora de controlar o que pode ou não pode na rede que é dele.

E mesmo o que não controla, já é controlado. Nossas lógicas de combate estão mediadas pelo que achamos que todo mundo acha ou deveria achar.

E são reforçadas por aqueles que acham o mesmo que nós.

A busca do entendimento do outro é o inverso do que o Facebook nos propõe. E mesmo ele nos limitando a uma bolha que é absurdamente a nossa cara, em dias como hoje, no último dia do ano, milhares de pessoas estão escrevendo que estão em operação limpeza.

Estão limpando suas amizades que não consideram tão amigas. Que já não pensam mais como eles acham que deveriam pensar. E são aplaudidas pela iniciativa. E mais pessoas se animam a fazer o mesmo pra se bolhificar ainda mais.

A sociedade bolha e não a sociedade alternativa, como talvez desejássemos, é o marco deste 2016. Não foi o impeachment que nos levou a bolha. Mas a lógica das bolhas e das forças que nelas atuaram podem ter nos levado ao golpe. Como também criaram o Trump. Como fortaleceram a Le Pen na França. Como construíram a vitória do Brexit. Como derrotaram o acordo de paz na Colômbia.

Uma sociedade bolha movida por imensos interesses geopolíticos das grandes corporações. Do capital. Do velho capital e seus tentáculos tão bem explicado pelo bom velinho da barba branca.

É, amigos, 2016 passou. Chegou ao fim. Com um imenso gosto de derrota para aqueles que sonham com uma sociedade mais justa. Mas não aconteceu desta forma por acaso ou destino.

Somos todos cúmplices desta história. E podemos aceitar isso ou fazer de conta que não.

Podemos apenas xingar o outro ou buscar movê-lo de onde está.

A sociedade bolha de 2016 é a do combate. E a da o Ultimate Fighting, que curiosamente acaba o ano tendo uma brasileira, Amanda Nunes, derrotando o mito Ronda Rousey, em menos de 1 minuto. E nos bares animados da Vila Madalena que antes vibravam com três ou quarto shows de MPB na noite, todos ficaram plantados a noite inteira em frente as telas espalhadas pelo salão vendo as lutas que precederam este último combate.

E comemoraram os quarenta e poucos segundos de uma avalanche de socos da valente Amanda que estragou a cara da Ronda.

Estamos dormindo felizes quando agredimos de forma contundente os nossos adversários. Os que não pensam como a gente. Estamos dormindo felizes com os socos que estragam a cara dos outros. E depois nos enchemos de indignação com os socos movidos a ódio, como os que mataram centenas de brasileiros, como o Luiz Carvlos Ruas.

Estamos certos de protestar, mas deveríamos pensar mais, como os hackers, no processo e não no resultado. E talvez escrever e falar mais sobre ele, o processo. Não o do Kafka, não o do Moro, mas no processo que tem nos alimentado de tanto combate.

Hora de pensar o quanto não somos parte de tudo que reclamamos de 2016.

E pra aquele que provar que eu tô mentindo, como já disse o maluco beleza, eu tiro o meu chapéu.

Fonte: Blog do Rovai
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Já que começou com Raul, o Seixas, vamos seguir nessa estrada.

O ano de 2016 foi o ano de uma violenta contra ofensiva do credo liberal contra tudo aquilo que representa um mínimo do pensamento de esquerda. E isso não aconteceu apenas no Brasil, mas em todo o mundo, em alguns locais de forma acentuada, em outros mais leve.

Raul, que nasceu há 10 mil anos atrás , e era astrólogo, diria que se trata, apenas , de mais uma repetição de um ciclo.

Um ciclo que teve início em 1988, e que tinha por objetivo eliminar, acabar, como o socialismo,como de fato aconteceu entre 1989 e 1991 nos países onde o socialismo desabou. Passados mais ou menos trinta anos do início do ciclo que culminou com uma nova ordem mundial, o mundo se vê envolvido em um movimento de acabar com qualquer pensamento de esquerda. Em 1988 o mundo estava no final da guerra fria, e em 2016, talvez, no início de uma nova guerra fria. Em 1988 o alvo eram regimes socialistas, em 2016 o alvo é a social democracia, ou seja, os povos, suas vidas, suas redes de seguridade social.

Entre 1989 e 1991 caíram todos, ou quase todos, os regimes socialistas pelo mundo. O capitalismo se auto declarou vencedor.

Hoje o capitalismo, que sangra na desordem que impôs ao mundo, que vencer os povos, as pessoas, e talvez ai esteja a grande diferença do processo que se repete após 30 anos.

Raul, observando as efemérides, constatou que o Senhor do Destino estará, entre 2017 e 2020, na mesma posição que esteve entre 1989 e 1991, e, como isso, profundas transformações sociais acontecerão pelo mundo no período que se inicia em final de 2017 e vai até o final de 2020, assim como aconteceram entre 1988 e 1991.

Será o fim dessa expressão do capitalismo que estabeleceu essa nova ordem mundial que hoje agoniza ?

Ou uma expressão ainda mais dura desse capitalismo ?

O certo, segundo Raul e sua conversa com os astros, que nada será com está atualmente.

Através de análises econômicas, políticas, geopolíticas e sociais, com cenários realistas, talvez se possa encontrar uma resposta para aquilo que de certo virá.

Raul não se engana.


Revoluções de 1989

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A população ocupa o Muro de Berlim em 9 de novembro de 1989

Outros nomes

Outono das Nações . Colapso do comunismo . Revoluções do Leste Europeu . Queda do comunismo
Localização
Europa Oriental

Data  1989 - 1991

Resultado

queda dos regimes comunistas do leste europeu

As Revoluções de 1989, Outono das Nações, colapso do comunismo, Revoluções do Leste Europeu ou queda do comunismo[1] são os nomes dados a uma onda revolucionária que varreu a Europa Central e Oriental no final de 1989, terminando na derrubada do modelo soviético dos Estados comunistas no espaço de poucos meses. Os nomes para esta série de eventos datam das Revoluções de 1848, também conhecidas como "A Primavera das Nações".

Os eventos da revolução, sem derramamento de sangue, tiveram início na Polônia,[2][3] prosseguiram na Hungria e, em seguida, levaram a uma onda de revoluções majoritariamente pacíficas na Alemanha Oriental, Tchecoslováquia e Bulgária. A Roménia foi o único país do bloco do Leste que derrubou o regime comunista violentamente e executou o seu chefe de Estado.[4] Os Protestos na Praça da Paz Celestial de 1989 não conseguiram mudanças políticas na China. Na Eslovénia, então parte da antiga Iugoslávia, o mesmo processo teve início na Primavera de 1988, mas teve pouca influência sobre o desenvolvimento em outros países socialistas, com exceção de na vizinha Croácia.

Os eventos subsequentes que continuaram em 1990 e 1991 são, por vezes, também referidos como uma parte das revoluções de 1989. A Albânia e Iugoslávia abandonaram o comunismo entre 1990 e 1991: a última, dividida em cinco estados sucessores em 1992. Eram eles: Eslovênia, Croácia, República da Macedônia, Bósnia e Herzegovina e República Federal da Iugoslávia (incluindo Sérvia e Montenegro). A União Soviética foi dissolvida até o final de 1991, resultando na Rússia e 14 novas nações que declararam sua independência da União Soviética: Armênia, Azerbaijão, Bielorrússia, Cazaquistão, Estônia, Geórgia, Letônia, Lituânia, Moldávia, Quirguistão, Rússia, Tajiquistão, Turquemenistão, Ucrânia e Uzbequistão. O impacto foi sentido em dezenas de países socialistas. O socialismo foi abandonado em países como a Camboja, Etiópia, e Mongólia. O colapso do comunismo levaram os especialistas a declarar o fim da Guerra Fria.

Reformas na Europa Oriental, bem como na República Popular da China e no Vietnã, começaram a abraçar o capitalismo. Os acontecimentos em 1989-1991 mudaram dramaticamente o equilíbrio de poder mundial e marcaram (com o subsequente colapso da União Soviética) o fim da Guerra Fria e o início de uma nova era: a Nova Ordem Mundial


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Temer Street e o assassinato de Ângela Temer


Ângela Diniz foi morta, há 40 anos, por playboy Doca Street

Socialite foi assassinada em Búzios. Após pressão da opinião pública, segundo julgamento o condenou a 15 anos de prisão
Fonte: O GLOBO
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Marcela é a única bala na agulha!

Temer precisa contratar o Goebbells...
publicado 30/12/2016

O ansioso blogueiro se comoveu às lágrimas com a capa do detrito sólido de maré baixa.

Que rico!

Que doce!

Se D. Marcela é a única bala da agulha do marido Traíra, o Governo daquele que a GloboNews chama de Presidente Temer precisa contratar o seu Goebells.

Repetir as mentiras até que na Globo pareçam verdade e sobre-expor a cândida imagem da jovem esposa!

Recatada e do lar!

(Será que foi ela quem pediu o Haagen Dazs e a torta de chocolate para o Michelzinho? Ou era tudo para o maridão?)

Fonte: CONVERSA AFIADA
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O mesmo machismo, há exatos 40 anos em Búzios e hoje na capa de Veja

Ângela Diniz foi morta com vários tiros pelo companheiro, Doca Street, pelo fato de ter sido flagrada, por Doca, na cama com outra mulher.

Doca Street foi a julgamento e foi absolvido pela tese de defesa da honra, sendo aplaudido por uma multidão quando saiu do Fórum de Cabo Frio. Em um segundo julgamento, sem o delírio machista, foi condenado a 15 anos de prisão.

Hoje, passados 40 anos do crime que chocou o país, a Sra. Marcela Temer, esposa do presidente Temer, é apresentada pela mídia, por conta  de sua inquestionável beleza, como sendo a salvação para um governo impopular, ilegítimo e anacrônico.

O mesmo machismo, retrógrado, coloca a esposa do presidente na cama com o povo, como solução para estancar a queda de popularidade do governo.


É a tese de defesa da honra do cargo de presidente, ou como escreveu o Conversa Afiada, a única bala na agulha.

Condor século XXI



As perseguições judiciais a Lula, ao PT, a Cristina Kirchner e família, aos peronistas, mostra uma nova Operação Condor, agora com toga.
Fonte: Paulo Tadeu PT @ptadeu_pt
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A operação Condor século XXI tem por objetivo destruir as esquerdas, o peronismo, o bolivarianismo, Lula, o PT, Cristina Kirchner, as mídias independentes,os movimentos sociais, o pensamento crítico e tudo mais, das artes as ciências, que não estejam de acordo com o credo neoliberal.

Não são permitidos argumentos, o contraditório e pensamentos divergentes. Na lógica Condor só existe uma verdade, uma narrativa, um caminho a ser seguido. A "verdade redentora" é repetida diariamente pelos grandes meios de comunicação que, assim se comportando, vão aumentando suas fileiras com defensores e combatentes prontos para rejeitar e mesmo atacar, por todos os meios disponíveis, todos aqueles que insistem em se opor ao "novo modernizante e civilizatório" que levará as sociedades caídas do Sul ao paraíso prometido e tão esperado pelas almas esquecidas e abandonadas.

Venezuela, Argentina, Brasil, Bolívia, Equador irão vivenciar a presença do Condor em seus territórios, onde tudo será devastado e consumido pela fúria "modernizante". Passados alguns anos, com cenário de terra arrasada, os povos, aqueles que sobreviveram, iniciarão grandes movimentos para expulsar o grande pássaro, o que acontecerá com a expulsão sumária de todos governantes.

A Argentina iniciará esse processo.



quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

O Derrotado Visceral



Durante anos, muitos anos, ele de tudo tentou e muito insistiu.

Inventou, editou, mentiu.

Perseguiu, ameaçou, acusou, não conseguiu.

Jamais previu que pela frente, diariamente, encontraria o que viu.

Em um momento, um certo momento, como acontece em todos os momentos certos, a realidade se fez presente na sua frente, de forma clara, indelével, e o mundo assim viu, admitiu.

Ele calou, falou, dissimulou, mas de certo jamais pressentiu o que de maneira avassaladora diante dos seus olhos, assim emergiu.

Era o fim, o início do fim de anos de erros, em que ele, acossado pela maioria, ainda um pouco fingiu, pensou que fugiu, e , em ato de desespero suicida, em menos de sete dias, atônito reagiu.

Em uma vergonhosa demonstração de fragilidade, demonstrou força, reproduzindo em mínimos detalhes os elementos da realidade que o consumiu.

Mais uma vez, agora de forma visceral e desesperadora, inventou, xingou, editou, mentiu.

Perseguiu, ameaçou, acusou, não conseguiu.

Agora sabia que pela frente encontraria o que viu, mas não desistiu.

Tamanha foi a violência, verbal e física, que seu comportamento em muito repercutiu.

Inaceitável para a maioria que viu e assim ouviu, fazendo com que ele, supostamente respaldado pela violência que produziu retratando a realidade que o consumiu, viesse a público para admitir que desde o início errou, assim como erra agora na forma e no método que escolheu para dizer que errou, que todos já sabiam que era um erro, um abuso de pequenos, agora menores, pelo que todo mundo viu, ouviu e pelo que ele agora, errado e visceralmente derrotado, admitiu.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Sorvete, cola, deus ,herói

Sorvete aéreo de Temer derreteu. Mas fica a pergunta: para que 10.120 almoços?

POR FERNANDO BRITO · 27/12/2016

A Folha anuncia que foi cancelada a compra da despensa do avião presidencial:

Após a repercussão negativa, o governo cancelou no fim da tarde desta terça-feira (27) uma licitação que previa a compra de alimentos de alto padrão para abastecer o avião do presidente Michel Temer, com gastos superiores a R$ 1,7 milhão.Eram sorvetes de marcas famosas, sucos, pães especiais, refeições com direito a entrada, prato principal e sobremesas, cápsulas de café, sanduíches, entre outros. Em seu Twitter, o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) disse que houve “orientação presidencial” para o cancelamento do pregão.

Como disse na primeira postagem, não me impressionam os detalhes da marca de sorvete ou frescuras do tipo “sal do Himalaia”.

O que impressiona e que tem tido pouca atenção é a quantidade dos itens a serem adquiridos.

Um tonelada e meia de torta.

10.120 almoços e jantares.

Mil cafés da manhã, cinco mil sanduíches, 600 lanches.

A apuração correta desta história é impessoal.

Basta indagar quantas viagens fez o avião presidencial em um semestre e quantas – nem precisa saber quem – pessoas integravam o séquito de acompanhantes.

Ou a compra é demasiada ou se vai encontrar uma farra aérea muito mais séria que os sorvetes Haagen Dazs.

PS. A imagem, aí de cima, juro, não foi premonição. Publiquei há 20 dias e não achei que ia ter aplicação literal.

Cadeia para tudo; cadeia para todos. Senador quer “criminalizar a cola”

POR FERNANDO BRITO · 27/12/2016


Febeapá, século 21. Prefeita perde eleição e entrega cidade a Deus
POR FERNANDO BRITO · 27/12/2016



Temer delira e diz que quer ser o herói do Nordeste

POR FERNANDO BRITO · 27/12/2016



Fonte: TIJOLAÇO
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É muito delírio para um só dia.
Será que o forte calor desse início de verão afetou as pouco confiáveis cabeças dessa gente ?

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Eu já sabia

WIKILEAKS DENUNCIA O GOLPE!




Fonte: A JUSTICEIRA DE ESQUERDA
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A prioridade, agora, é publicar a mensagem vazada pelo Wikileaks.

A mídia independente e alternativa por um bom tempo já vem sugerindo que a operação Lava Jato tem por objetivo destruir as empresas nacionais de engenharia, e que as informações sobre corrupção no Brasil foram obtidas através de espionagem conduzida por órgão do governo dos EUA. A partir das informações fornecidas pelos EUA a lava jato faz o trabalho, que aos olhos da opinião pública aparece como resultado de investigações realizadas pela Polícia Federal. E tudo isso com o apoio da velha mídia, do Congresso Nacional, do Judiciário e de uma parcela da população analfabeta em assuntos políticos.

A entrada de empresas americanas no Iraque se "justificou" por uma invasão armada com o intuito de eliminar as armas de destruição em massa que existiam naquele país e colocavam o mundo em perigo. Passados 15 anos da invasão nenhuma mísera arma de destruição em massa foi encontrada, mas as empresas americanas operam a todo vapor no Iraque deste então. Não é, Halliburton ?

Por aqui no Brasil não foi necessário, ainda, uma invasão armada e os EUA optaram pelo soft power para fazer valer seus interesses, e, o foco tem sido um suposto combate à corrupção, que cá entre nós e que ninguém nos leia é orientado para punir de forma violenta e arbitrária políticos de esquerda, mais precisamente do PT, e , claro, destruir a engenharia nacional, sabidamente competitiva aqui no Brasil e pelo mundo.

O perigo que o Brasil oferece, aos olhos e mãos de rapina americanos, é o caminho do conhecimento, da competitividade, da tecnologia, da redução das desigualdades sociais e da Defesa.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Seja parceiro das mídias alternativas

Direitos sociais sem o estorvo do desenvolvimento, como reza o golpe?
Se você pensa diferente precisa de mídia para debater.



Fonte: CARTA MAIOR
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Se você não concorda com o caminho que o governo do golpe colocou o país, então você, necessariamente e obrigatoriamente, necessita de mídias que promovam um debate sobre novos caminhos possíveis. Esses novos caminhos você não encontrará nos noticiários das emissoras de TV, emissoras de rádio e muito menos nos jornais e revistas impressas da velha mídia, pois todos, sem exceção, são avalistas e defensores do caminho escolhido pelo governo do golpe. Tanto é assim que por serem avalistas receberam, nesta semana de natal, um aumento significativo das verbas de publicidade do governo federal. Enquanto isso, as mídias alternativas nada receberam, e ainda sofrem com os cortes de verbas do governo federal. O objetivo, claro, é o de esmagar, pelo caminho financeiro, as vozes críticas ao golpe e ao programa de governo que vem sendo implementado. Assim sendo, todas as mídias alternativas precisam de você, caro e combativo leitor, para que possam continuar informando, debatendo e apresentando opções de programas de governos que possam ao menos, se implementadas, tornar o país menos feio, menos desigual, menos violento, menos deprimente. Seja sócio de pelo menos uma mídia alternativa e contribua para a manutenção de um jornalismo crítico, responsável e de qualidade.

Nesse dia de véspera de Natal, quando um misto de ansiedade e euforia toma conta das pessoas, quando todo mundo deseja feliz natal para o outro mesmo sem que se conheçam, este blog vem pedir a solidariedade dos leitores para as mídias. É difícil, sabemos que o dinheiro está cada dia mais curto, no entanto o prazer pela leitura de conteúdos revelantes vale o esforço, eoleitor sabe, pois já vivenciou por diversas ocasiões, textos, análises e ensaios brilhantes nos diferentes sites e blogues do espectro alternativo.

A provável comilança aí próxima do caro leitor neste dia de véspera de natal, é o alimento do corpo, exagerado para o nosso clima. A leitura de conteúdos de qualidade e o conhecimento adquirido são os alimentos da alma, que o leitor encontra somente nas mídias alternativas. A fartura de conhecimento também se faz necessária.


Por menos gente contra a acolhida aos refugiados, rezemos

Por menos gente contra a acolhida aos refugiados, rezemos


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Happy Xmas (War Is Over) - John Lennon

Happy Xmas Yoko                                                                

Happy Xmas John


So this is Christmas

And what have you done

Another year over

And a new one just begun

And so this is Christmas

I hope you'll have fun

The near and the dear one

The old and the young


A very Merry Christmas

And a happy New Year

Let's hope it's a good one

Without any fear


And, so this is Christmas

For weak and for strong

For rich and the poor ones

The world is so wrong

And so happy Christmas

For black and for white

For yellow and red ones

Let's stop all the fight


A very Merry Christmas

And a happy New Year

Let's hope it's a good one

Without any fear


And so this is Christmas

And what have we done

Another year over

A new one just begun

And, so happy Christmas

We hope you have fun

The near and the dear one

The old and the young


A very Merry Christmas

And a happy New Year

Let's hope it's a good one

Without any fear

War is over, if you want it

War is over, now


Happy Christmas
Feliz Natal (A guerra acabou)

Feliz Natal, Yoko

Feliz Natal, John


Então é Natal

E o que você fez?

Outro ano se vai

E um novo começa

E então é Natal

Eu espero que você se divirta

As pessoas próximas e queridas

Os idosos e os jovens


Um Natal muito feliz

E um feliz Ano Novo

Vamos esperar que seja um bom ano

Sem medo


E então é Natal

Para fracos e fortes

Para ricos e pobres

O mundo está tão errado

E então Feliz Natal

Para negros e brancos

Para amarelos e vermelhos

Vamos parar todos os conflitos


Um Natal muito feliz

E um feliz Ano Novo

Vamos esperar que seja um bom ano

Sem medo


E então é Natal

E o que nós fizemos?

Outro ano se vai

E um novo começa

E então Feliz Natal

Nós esperamos que você se divirta

As pessoas próximas e queridas

Os idosos e os jovens


Um Natal muito feliz

E um feliz Ano Novo

Vamos esperar que seja um bom ano

Sem medo

A guerra acaba, se você quiser

A guerra acaba, agora


Feliz Natal




sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O retorno da senzala

Avalista do golpe, Globo celebra o fim da CLT
Grupo Globo de comunicação, principal base de sustentação do governo Temer, rejeitado por 77% dos brasileiros, segundo pesquisa Ipsos divulgada nesta sexta-feira, celebra, em sua manchete desta sexta-feira, a proposta de reforma trabalhista que enterra a Consolidação das Leis do Trabalho, criada por Getúlio Vargas; a manchete do jornal foge do padrão noticioso e é editorializada para comemorar uma proposta de reforma que supostamente "moderniza" a lei e "fortalece" sindicatos; no entanto, a principal central sindical do País, a CUT, considera as propostas autoritárias, inoportunas e ineficazes; entre as medidas da reforma, estão a possibilidade de jornada de 12 horas diárias, os contratos temporários de quatro meses e a prevalência do negociado sobre o legislado – ou seja, o capital poderá se impor sobre o trabalho, em momentos de recessão como o atual, reduzindo direitos


247 – Michel Temer, rejeitado por 77% dos brasileiros segundo pesquisa Ipsos divulgada nesta sexta-feira, ainda se mantém no poder graças à Globo. O grupo de comunicação da família Marinho é hoje a sua principal base de sustentação política.

Nesta sexta-feira, a manchete do jornal O Globo foge do padrão noticioso. Em vez de simplesmente noticiar a reforma trabalhista proposta por Temer, o periódico celebra mudanças que, supostamente, modernizam as leis trabalhistas e fortalecem os sindicatos.

Entre as mudanças sugeridas estão a possibilidade de uma jornada de 12 horas diárias, os contratos temporários de quatro meses e a prevalência do negociado sobre o legislado – o que significa que acordos entre patrões e empregados, mesmo se estiverem abaixo do que prevê a lei, não poderão ser questionados na Justiça do Trabalho.

São propostas que, evidentemente, favorecem o capital em detrimento do trabalho. Empregadores poderão contratar funcionários sem direitos trabalhistas por mais tempo, poderão ampliar jornadas e terão espaço para reduzir obrigações trabalhistas se os empregados concordarem – o que, em tempos de recessão, é plausível que ocorra.

Trata-se, portanto, do fim da Consolidação das Leis do Trabalho, que permitirá a Temer realizar um sonho do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso: enterrar a era Vargas.

A isso, o Globo dá o nome de modernização. Embora as mudanças tenham sido apontadas pela Central Única dos Trabalhadores, maior central sindical do País, como autoritárias, inoportunas e ineficazes (leia aqui), o jornal dos Marinho também fala em fortalecimento dos sindicatos.

Ontem, em mensagem de fim de ano, o ex-presidente Lula defendeu que o povo vá às ruas em defesa do emprego, da aposentadoria e da volta da democracia.
Confira: